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Qual será meu filho?
• Eu e a Márcia, uma amiga, fomos buscar o filho dela
na escolinha, na época da Páscoa. Saiu do portão
mais de 15 criancinhas com máscaras de coelho gritando
mamãe. Ela olha pra mim, olha para aquele bando de coelhinhos
gritando e sem conseguir identificar o próprio filho se
abaixa e espera que o coelhinho a escolha novamente. Ela sorri
aliviada.
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Não é a mamãe.
• Edilzen foi visitar seu filho Dani na Austrália.
Lá foram pegar uma praia juntos, e o filho aproveitou para
surfar com os amigos.
Da praia ela acompanhava seu filho lá longe fazendo todo
o tipo de manobra radical, caindo, ondonas grandes, ondinhas,
prancha prum lado, filho pro outro, ela sorria. De felicidade
e de amor. Amava aquele garotão que acenava para ela do
mar. E ela retribuía. Amou aquele momento. Ela, seu filho
e as ondas australianas. De repente olhou pro lado e percebeu
que seu filho não havia entrado sequer na água e
que o rapaz na água era um ilustre desconhecido, que inclusive
já havia desaparecido do seu olhar. O sentimento por aquele
surfista foi verdadeiro. Ela se sentiu mãe dele.
O que há de tão fundamental nas mães,
que as tornam autoridade suprema?
Vou arriscar: Ela tem nas mãos o poder da criação
de uma vida. E o da destruição na mesma proporção.
Seja dentro do próprio ventre, seja durante a vida. Ela
é a guardiã de valores sutis a serem transmitidos.
Valores como cooperação, delicadeza, tranqüilidade,
ritmo… Precisamos aprender isto com as mães para pacificarmos
nossa existência.
E se elas falham nesta missão?
Vamos escolhendo novas mães, compensando, adotando, inventando algumas para que nos oriente,
porque estas vivências são a água da nossa alma. Sem estes ensinamentos, crescemos cheios de galhos retorcidos,
esturricados, frágeis, crescemos doentes, vivemos doentes e morremos aliviados. Nossa existência inteira terá
sido em vão.
Hoje é o dia das mães. Mais uma vez. Mais uma vez um agradecimento por tudo. Tudo exatamente o quê? Uma nova
consciência? Uma nova visão de mundo? Qual herança ela vai te deixar? Provavelmente todos os frascos vazios de perfumes
do Boticário, que você comprou correndo nas sextas-feiras.
Esta semana recebi o email da Illa, minha enteada querida...
Apresentando-me outra mãe. Interessante como no mundo tem algumas delas que de fato trabalham estes valores femininos e
nos encorajam.
Conheça Mata Amritanandamayi, seu longo nome em sânscrito,
Mata Amritanandamayi, significa “Mãe da Eterna Felicidade”.
Ela nasceu na Índia e é considerada um ser realizado,
mais do que isso, uma santa viva, encarnada. Mas milhares de pessoas
em todo mundo já a conhecem como simplesmente Amma (Mãe),
ou Ammachi (querida Mãe).
Para conhecê-la melhor: http://www.ammachi.org/brazil/
Mas quem é ela?
Nascida em uma pequena aldeia em Kerala, Índia, no dia 27 de Setembro
de 1953, Seus pais deram-Lhe o nome de Sudhamani, que significa:
‘Jóia Suprema’.
Sudhamani foi uma criança muito diferente, seus pais desde
muito nova a encontravam absorta em profunda meditação,
cantando mantras a Krishna e dançando. Eles só iriam
entendê-la mais tarde. Sudhamani dizia a seus pais: “O
próprio propósito de meu nascimento é o de
sofrer pela ignorância dos outros.” Ela transbordava
de amor e compaixão por todos os seres vivos, queria lhes
aliviar o sofrimento.
Sua sadhana (prática espiritual) culminou com a total dissolução
de seu ‘eu’ pessoal na Divina Mãe do Universo. Ela retrata
sua experiência: “Sorrindo, a Divina Mãe tornou-Se
um corpo de luz e fundiu-Se comigo. Minha mente floresceu e foi
banhada pela luz de vários tons da Divindade. Daí
em diante, eu nada reconheci como separado do meu próprio Ser.”
Também conhecida como a famosa “santa dos abraços”,
já abraçou milhares de pessoas de todas as partes
do mundo, um abraço gostoso, apertado e chacoalhado, o
darshan da Amma é único na história. Quem
teve o privilégio de receber esta benção
não esquece o calor deste abraço.
“Amma é a encarnação do amor. Sua presença cura.”
Deepak Chopra
“Amma é considerada uma proeminente líder espiritual”
Nações Unidas
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| Sinéad O’Connor Universal Mother | ||||
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ouça:Sinead O’Connor – My Darling Child 2. fire on babylon 3. john i love you 4. my darling child 5. am i a human? 6. red football 7. all apologies 8. a perfect indian 9. scorn not his simplicity 10. all babies 11. in this heart 12. tiny grief song 13. famine 14. thank you for hearing | |||


